Por ocasião do Dia Mundial da Paralisia Cerebral, assinalado a 6 de outubro, a investigadora e especialista em biologia celular e molecular Prof.ª Doutora Andreia Gomes destaca as evidências que apontam no sentido da segurança e eficácia da utilização de células estaminais no tratamento de vários problemas de saúde, tais como as lesões cerebrais. A paralisia cerebral é a deficiência motora mais frequente na infância, afetando nos países mais desenvolvidos entre 1,7 e 2,2 por mil crianças.
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