Entrevistas
A hipogamaglobulinemia é uma infeção que surge frequente em doentes hemato-oncológicos. Manuel Neves, especialista em Hematologia na Fundação Champalimaud, reflete sobre em que doenças e tratamentos é mais frequente o desenvolvimento de imunodeficiências secundárias e quais os aspetos mais importantes a vigiar no acompanhamento destes doentes. Leia a entrevista.
Num balanço "muito positivo" da 6.ª edição das Jornadas da Associação Portuguesa contra a Leucemia (APCL), Lara Cunha, diretora-executiva da APCL, reflete sobre os temas desta edição e a "participação ativa de doentes, cuidadores, profissionais de saúde e decisores". Além disso, reflete sobre aquele que se avizinha ser o futuro da Hemato-oncologia. Leia a entrevista.
João Forjaz de Lacerda, presidente da Reunião da Sociedade Portuguesa de Hematologia 2025, mostra-se muito satisfeito com a edição deste ano e reforça o papel do congresso como ponto de encontro anual: “É o único momento em que toda a comunidade se junta a nível nacional”, permitindo proximidade, partilha e um sentimento de comunidade. Assista à entrevista.
No contexto da sua moderação do simpósio promovido pela Daiichi Sankyo durante a Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Hematologia 2025, Luís Monteiro, hematologista da Unidade Local de Saúde de São José, conversou com a News Farma e explicou quais são as principais necessidades médicas não satisfeitas no tratamento da leucemia mieloide aguda (LMA) com mutação FLT3-ITD em Portugal, sublinhando que esta patologia ainda carece de um tratamento ideal. Contudo, existe evidência de que um inibidor de FLT3, “em conjugação com a quimioterapia”, apresenta “uma grande capacidade de resposta”. Assista à entrevista.
Rebeca Rodríguez Veiga, hematologista do Hospital Universitario y Politécnico La Fe (Valência), foi palestrante no simpósio promovido pela Daiichi Sankyo no âmbito da Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Hematologia 2025. Em entrevista, a especialista, que apresentou os dados do estudo QuANTUM-First, explica a importância dos resultados e o potencial que têm para mudar a abordagem clínica, nomeadamente em relação ao impacto na taxa de sobrevivência dos doentes com leucemia mieloide aguda (LMA) FLT3-ITD. Veja as declarações.
O tratamento dos linfomas agressivos mudou radicalmente nos últimos anos, oferecendo agora respostas mais rápidas e duradouras e novas possibilidades mesmo para doentes que recaem precocemente, tal como sublinhou Maria Gomes da Silva, do IPO de Lisboa, em entrevista à News Farma durante a Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Hematologia (SPH). Assista à entrevista.
Sara Duarte, hematologista na ULS de Coimbra, marcou presença na Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Hematologia (SPH), onde apresentou dados de vida real sobre a abordagem terapêutica em primeira linha na leucemia linfocítica crónica (LLC), sublinhando a eficácia e segurança observadas na prática clínica. Assista ao depoimento da especialista.
Durante a Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Hematologia (SPH), Umberto Vitolo, do Candiolo Cancer Institute (Turim, Itália), destacou a relevância de novas abordagens para doentes com linfoma difuso de grandes células em terceira linha. Em entrevista à News Farma, o especialista sublinhou os desafios destes doentes. “Os doentes com linfoma difuso de grandes células em terceira linha têm muito poucas opções terapêuticas e na maioria dos casos, já falharam o tratamento com CAR-T”, afirmou. Assista à entrevista na íntegra.
As jornadas da Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) contaram com um painel intitulado “Hematologia em Rede: Colaboração, Referenciação e Equidade no Acesso”. Este painel contou com vários especialistas, entre os quais a hematologista Cristina João da Fundação Champalimaud. Veja a entrevista da especialista.
Em entrevista à News Farma, Rui Bergantim, especialista em Hematologia na ULS de São João, destaca os principais avanços científicos apresentados no congresso da International Myeloma Society (IMS) e analisa os desafios que persistem, nomeadamente o acesso às terapias avançadas em Portugal, a necessidade de redes de referenciação eficazes e a integração de equipas multidisciplinares especializadas. O hematologista sublinha ainda a transição para uma verdadeira Medicina personalizada, e garante que o futuro passa por transformar a eficácia alcançada nos ensaios clínicos em acesso real e equitativo para todos os doentes portugueses. Leia a entrevista.



