Dor, esperança de vida reduzida, falta de mobilidade, hospitalização frequente, estigma social elevado. Era esta a realidade dos doentes com hemofilia até há bem pouco tempo. Ainda que, atualmente, os avanços científicos permitam mais e melhores tratamentos, o estigma permanece. As conclusões são do estudo etnográfico “O dia-a-dia da pessoa com hemofilia”, desenvolvido pela Associação Portuguesa de Hemofilia e outras Coagulopatias Congénitas (APH) e pela Roche, que foi apresentado no dia 10 de maio, na conferência Hemofilia em Portugal, um Retrato dos Nossos Dias, em Lisboa.
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