O atual desafio das terapêuticas para leucemia linfoblástica aguda (LLA) é não apenas curar, mas também reduzir a toxicidade no curto e longo prazo, de modo a proporcionar aos doentes pediátricos uma vida normal. No caso de leucemias de alto risco, o condicionamento do doente para transplante alogénico de células estaminais hematopoiéticas (HSCT) combina irradiação corporal total (TBI) com quimioterapia em altas doses. Na sua palestra, a Prof.ª Doutora Christina Peters apresentou os resultados do estudo FORUM (For Omittin Radiation Under Majority age), um estudo multicêntrico aleatorizado e prospetivo que procurou saber se a TBI pode ser substituída por quimioterapia.
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