A doença residual mínima (DRM) tem sido considerada um parâmetro relevante em doentes com mieloma múltiplo recém-diagnosticado (MDRM) devido às evidências que apontam para o seu papel de endpoint de indução e intensificação de tratamento. Além disso, há um grande interesse em usar a DRM para guiar a intensidade e duração do tratamento. No entanto, os dados da DRM no setting de doença, como na manutenção, são limitados, sendo a maioria dos estudos conduzidos em pequenos sets de doentes e sem aleatorização. Assim, o objetivo da fase III do estudo TOURMALINE-MM3, apresentado pelo Prof. Doutor Bruno Paiva, foi avaliar o impacto da evolução da cinética da DRM no endpoint primário de sobrevida livre de progressão (PFS).
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