A utilização de células de leucemia como um sistema de transporte programável que reconhece nichos leucémicos, modulando-os após ativação por luz, poderá vir a ser uma realidade. Um novo estudo com cunho português demonstrou a viabilidade de induzir a diferenciação de células leucémicas na medula óssea remotamente, libertando agentes terapêuticos de uma forma mais precisa às células-alvo e evitando efeitos adversos noutros locais.
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