Entrevistas
É assim que, num balanço “muito positivo”, a Prof.ª Doutora Catarina Geraldes, da comissão organizadora da 31.ª Sabatina de Hematologia, descreve o evento que, nesta edição, se realizou sob o mote “Hemato-Oncologia de precisão: Do laboratório à clínica / Importância da multidisciplinaridade em Hematologia”. Assista à entrevista.
Da sessão intitulada “Multidisciplinaridade em Hematologia”, na qual uma das moderadoras foi a Dr.ª Emília Cortesão, do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, ficou o contributo da Cardiologia, da Nefrologia, da Dermatologia e da Infecciologia numa multidisciplinariedade entre as várias especialidades à qual se deve “dar valor” para a “promoção dos cuidados dos doentes”. Assista à entrevista.
Enquanto responsável do grupo de investigação translacional da Fundação Champalimaud, a Prof.ª Doutora Cristina João enalteceu os projetos e parcerias da instituição numa mesa-redonda intitulada de “Projetos de colaboração nacionais e internacionais em Hematologia – qual o presente e como otimizar o futuro”. Da sessão, ficou a importância da sinergia nacional e internacional da rede de contactos em Hematologia. Assista à entrevista.
A Prof.ª Doutora Maria Gomes da Silva, diretora do serviço de Hematologia do IPO de Lisboa, juntamente com a Dr.ª Marília Gomes, do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, apresentou o tema “Atualizações em neoplasias linfoides” a propósito da “relevância dos estudos genómicos na compreensão da biologia das doenças e a consequência que isso tem sobre as novas classificações”. A sua parte da sessão particularizou os linfomas agressivos. Assista à entrevista.
Sob o mote Hemato-Oncologia de precisão: Do laboratório à clínica, a Dr.ª Marta Pereira, do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, juntamente com o Dr. Ricardo Pinto, do Centro Hospitalar Universitário de São João, brindou a sessão com o tema “Atualizações em neoplasias mieloides”. Assista à entrevista.
A My Hematologia esteve à conversa com a Dr.ª Paula Rocha, doente com mieloma múltiplo, e membro da Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL), sobre o impacto da doença oncológica na vida numa perspetiva emocional e social e quais as necessidades que os doentes ainda têm. Assista ao vídeo.
O Auditório da Sub-unidade III da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra recebe, em 13 de maio, a 31.ª Sabatina de Hematologia. Em entrevista, a Prof.ª Doutora Catarina Geraldes apresenta os principais temas de discussão e convida os pares à participação no evento. Veja o vídeo.
“A melhoria da oferta terapêutica é uma realidade para doentes em idade avançada, em que as combinações terapêuticas mais recentes utilizadas em 1.ª linha de tratamento nos permitem esperar sobrevivências livres de progressão superiores a cinco anos.” Quem o afirma é o Prof. Doutor Paulo Lúcio, diretor da Unidade de Hemato-Oncologia da Fundação Champalimaud, sobre o contributo da nova inovação na melhoria da qualidade de vida dos doentes com mieloma múltiplo (MM) de idade mais avançada. Leia a entrevista.
Em 1988, foi realizado pela Dr.ª Eliane Gluckman, em França, um transplante de células-tronco do sangue do cordão umbilical que salvou a vida de um menino que lutava contra a anemia de Fanconi. Desde então, há já 34 anos, médicos em todo o mundo começaram a explorar as possibilidades de usar esta nova fonte de células-tronco não controversas. Todos os dias, em várias partes do mundo realizam-se transplantes de células estaminais com origem no sangue do cordão umbilical. Para discutir os avanços mais significativos até hoje e as perspetivas futuras mais promissoras das terapias com células estaminais, entrevistámos o Prof. Doutor Luis Madero, responsável pelo Serviço de Hemato-Oncologia Pediátrica no Hospital Quirónsalud-Madrid e consultor científico do laboratório português de células estaminais BebéVida.
A convite da My Hematologia, o Prof. Doutor Herlander Marques, do Serviço de Oncologia do Hospital de Braga e Centro Clínico Académico de Braga, partilhou a sua experiência e opinião clínicas relativamente à utilização do belantamab mafodotina em doentes com mieloma múltiplo. Atendendo à inexistência de terapêutica curativa, os doentes aprendem a viver com a patologia, graças ao apoio e tratamentos disponibilizados pelos especialistas, nomeadamente do belantamab mafodotina, que poderá ser uma nova arma terapêutica modificadora do prognóstico destes doentes. Assista à entrevista.



