Entrevistas
Durante a sessão “Síndromes mielodisplásicas: Clinical overview”, incluída no programa da “Hematology Diagnostic Masterclass”, um evento promovido pela Novartis, o Dr. Ricardo Pinto, hematologista no Centro Hospitalar de São João, no Porto, debateu o papel da biópsia óssea nas situações-fronteira em que é necessário estabelecer um diagnóstico diferencial. Veja, em vídeo, o sumário com as mensagens-chave desta intervenção.
Na sequência da aprovação do emicizumab na Europa para o tratamento da hemofilia A com inibidores fomos saber qual o ponto de vista médico e dos doentes sobre o assunto. A Dr.ª Cristina Catarino, imuno-hemoterapeuta no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e o Dr. Miguel Crato, presidente da Associação Portuguesa de Hemofilia e de outras Coagulopatias Congénitas, são unânimes: Esta pode ser uma nova era para os doentes com inibidores.
Nos últimos anos, aumentou substancialmente o arsenal terapêutico disponível para os doentes com mieloma múltiplo (MM) em recaída/refratários (R/R). Nas palavras do Dr. Manuel Neves, hemato-oncologista da Fundação Champalimaud, os especialistas têm de “saber aplicar a inovação, pensando nas guidelines disponíveis”, adequando-as às características da doença e, sobretudo, do doente. Assista ao vídeo da entrevista.
Um dos momentos altos do WFH Congress 2018 foi a apresentação do World Bleeding Disorders Registry (WBDR), uma plataforma que vai permitir a recolha de informação a nível global sobre os doentes hemofílicos, procurando melhorar a capacidade de diagnóstico e de tratamento. Em declarações à News Farma, o Dr. Ramón Salvado, do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, sublinha a importância desta recolha de informação para o tratamento da hemofilia.
O simpósio “Empowering Clinicians to achieve better outcomes: a change in direction in the managementof haemophilia A with inhibitors”, promovido pela Roche no dia 22 de maio, focou os resultados dos estudos em doentes adultos e pediátricos com doença hemofílica severa A, HAVEN 1 e HAVEN 2, respetivamente. No final, a News Farma conversou com o Dr. Robert Sidonio Jr., a quem coube moderar a sessão, e com o Dr. Guy Young, investigador do ensaio clínico HAVEN 2. Assista aos vídeos.
Eleita em novembro do ano passado, por ocasião da Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Hematologia (SPH), a Dr.ª Aida Botelho de Sousa, diretora do Serviço de Hematologia Clínica do Hospital dos Capuchos, assumiu, no início deste ano, o cargo de presidente da direção da SPH. Para o triénio 2017-2020, a nova direção da SPH já delineou o plano estratégico. A curto prazo, prepara-se para encontrar novas formas de promoção da formação dos seus associados, ao mesmo tempo que procura encontrar estímulos para o trabalho científico e a investigação na área da Hematologia, em Portugal.
Os novos alvos terapêuticos em leucemia mieloide aguda (LMA) foi o tema abordado pela Prof.ª Doutora Emília Cortesão, hematologista clínica do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), no âmbito da reunião “CML & AML Lab Expert Meeting”, promovida pela Novartis no dia 23 de março, em Coimbra. A especialista sintetiza os tópicos chave da sua apresentação em entrevista ao My Hematologia. Assista ao vídeo.
A Prof.ª Doutora Carmo Fonseca, presidente do Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Lisboa (iMM Lisboa), marcou presença na reunião “CML & AML Lab Expert Meeting”, promovida pela Novartis no dia 23 de março, em Coimbra. A especialista abordou as novas tecnologias laboratoriais que permitem olhar para alterações em múltiplos genes simultaneamente, focando a sua apresentação na leucemia mieloide aguda (LMA). Assista ao vídeo.
Rever os critérios de seleção de doentes com leucemia mieloide crónica (LMC) para descontinuação de tratamento com inibidores da tirosina cinase (TKI) foi o desafio lançado à Dr.ª Francesca Pierdomenico, do Departamento de Hematologia do IPO-Lisboa, na reunião “CML & AML Lab Expert Meeting”, promovida pela Novartis no dia 23 de março, em Coimbra. Assista ao vídeo da entrevista com a especialista.
O Instituto Português de Oncologia de Lisboa (IPO-Lisboa) foi um dos 68 centros de 11 países que participam no European Stop TKI Study (EURO-SKI), que procurou estudar a hipótese de se suspender o tratamento com inibidores da tirosina cinase (TKI) quando os doentes com leucemia mieloide crónica (LMC) entram em fase de remissão. A Prof.ª Doutora Joana Diamond, da Unidade de Investigação em Patobiologia Molecular do IPO-Lisboa, partilha com o My Hematologia os resultados mais relevantes do ensaio clínico, no rescaldo da reunião “CML & AML Lab Expert Meeting”, promovida pela Novartis no dia 23 de março, em Coimbra. Assista ao vídeo.



