“Os doentes que têm deleção do cromossoma 17p ou mutação TP53 não respondem a muitos dos tratamentos utilizados, como a quimioterapia e a imunoterapia, mas respondem a novas terapêuticas.” Quem o afirma é o Dr. José Mário Mariz, diretor do Serviço de Hematologia no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, no âmbito da sua intervenção sobre diagnóstico e estadiamento, na sessão “Novos tratamentos em leucemia linfocítica crónica (LCC)”, nas X Perspectivas em Oncologia. Assista à entrevista.
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