Foram estas as palavras de Maria Sanches, do Serviço de Dermatologia da Fundação Champalimaud, durante a Reunião Multiplicar, realizada a 15 de maio, onde foi sublinhada a importância do diagnóstico precoce e da colaboração entre especialidades no tratamento dos linfomas cutâneos primários de células T. Para a especialista, a raridade e complexidade destas doenças exige atenção redobrada. “Os linfomas cutâneos primários de células T são doenças raras e, muitas vezes, o diagnóstico é muito complexo”, aponta. Veja o depoimento completo.
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