O Dr. João Paulo de Almeida e Sousa estava a cerca de 300 metros do hospital onde trabalhava. Agora, são cerca de 200 os quilómetros que distam de Coimbra ao Instituto Português do Sangue e da Transplantação (ISPT), em Lisboa, ao qual preside há cerca de três meses. O “desafio” foi aceite numa altura em que decorre a investigação "O Negativo" e que o Governo decidiu que os hospitais apenas podem adquirir plasma para transfusão ao IPST. Para o responsável esta é uma “oportunidade para aproveitar todo o plasma português, evitando o seu desperdício”.
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