Portugal tem boas guidelines para o tratamento da hemofilia, mas é preciso que todos os hospitais que tratam a doença tenham um procedimento harmonizado, para não haver disparidades de tratamento e de produtos disponíveis. Quem o afirma é o presidente da Associação Portuguesa de Hemofilia e de outras Coagulopatias Congénitas (APH), o Dr. Miguel Crato. Enquanto membro da recém-criada Comissão Nacional de Hemofilia, o presidente da APH defende que é necessário que critérios como a eficácia, a segurança e a qualidade do produto sejam primordiais no tratamento da hemofilia, em detrimento do critério do preço único.
Por favor faça login ou registe-se para aceder a este conteúdo



