“As primeiras publicações que surgiram sobre a COVID-19 reportavam a ocorrência de alterações da coagulação associadas à SARS-CoV-2, mencionando principalmente um aumento dos D-dímeros (janeiro/2020). Subsequentes publicações revelaram adicionalmente um aumento do fibrinogénio e de parâmetros inflamatórios, como PCR, ferritina e outros. Foram ainda identificados casos de COVID-19 associados a doença tromboembólica.” Esta afirmação foi proferida pela Prof.ª Doutora Eugénia Cruz, imunohemoterapeuta do Centro de Coagulopatias Congénias do Centro Hospitalar Universitário do Porto (CHUP), que comentou a sessão “Trombose e COVID-19”, integrada no programa do EAHAD 2021.
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