“É urgente que haja equidade no acesso à terapêutica para que nenhuma pessoa com hemofilia seja penalizada por questões geográficas ou por ser seguida numa unidade hospitalar que ainda não tenha desenvolvido um protocolo de proximidade.” Quem o defende é o Dr. Nuno Lopes, presidente da Associação Portuguesa de Hemofilia e de outras Coagulopatias Congénitas (APH), em entrevista à My Hematologia. No âmbito do Dia Mundial da Hemofilia, que se celebrou a 17 de abril, explora os principais desafios da APH, a importância de um diagnóstico e um tratamento precoces. Leia a entrevista na íntegra.
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