Entrevistas
A Reunião anual SPH contou com o Dr. João Silva Gomes, do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, para uma comunicação cujo tema se prende com a “Terapêutica da drepanocitose: novos fármacos e complicações”. Como possibilidade terapêutica estão a ser desenvolvidos ensaios clínicos com terapia génica. O que, no entender do especialista, é “uma abordagem adicional potencialmente promissora, atendendo ao carácter monogénico desta doença”. Assista à entrevista.
A Dr.ª Albertina Nunes, do IPO de Lisboa, fez uma apresentação acerca de “Leucemia linfoblástica aguda do adulto: opções terapêuticas em 2022”, durante a Reunião anual da SPH. A especialista considerou que, particularmente nos casos dos doentes jovens e em “bom estado geral”, é possível aplicar “terapêutica de inspiração pediátrica”, com o intuito de melhorar a monitorização e o suporte desses doentes, pois, “as taxas de sobrevivência a longo prazo são superiores a 90%”. Assista à entrevista na integra.
A Prof.ª Doutora Joana Castanheira, da Fundação Champalimaud, trouxe à Reunião Anual da SPH, o tema “A Medicina Nuclear no mieloma múltiplo: o presente e o futuro”. Assista à entrevista na integra.
A terapia celular, com células T CAR, está atualmente indicada e reembolsada como estratégia de tratamento de terceira linha do linfoma difuso de células grandes B (LDCGB). Em declarações à My Hematologia, a Dr.ª Daniela Alves, hematologista no Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN), que participou ontem, 10 de novembro, no curso pré-Congresso, intitulado “Terapêuticas inovadoras em linfomas agressivos”, reportou a experiência com axi-cel no hospital onde exerce atividade. Veja o vídeo.
Texto: Andreia Pereira
“Terapêuticas inovadoras em linfomas agressivos” foi o título de um dos cursos pré-Congresso, que decorreu ontem, dia 10 de novembro, no âmbito da reunião anual da Sociedade Portuguesa de Hematologia (SPH). Este curso – impulsionado pelo Grupo Português de Linfomas – focou, sobretudo, as estratégias que estão disponíveis para o tratamento do linfoma das células do Manto (LCM) e do linfoma B difuso de células grandes (LBDCG). No rescaldo desta sessão, a Dr.ª Marília Gomes, que é hematologista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e um dos membros do Grupo Português de Linfomas, lembrou que, atualmente, “existe uma panóplia de estratégias terapêuticas disponíveis para linfomas mais agressivos”.
A Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Hematologia (SPH) contou com o Prof. Doutor Al-Sawaf, do Hospital Universitário de Colónia e membro do grupo alemão de leucemia linfocítica crónica (LLC). Assista a um dos momentos da entrevista realizada a propósito do tema “Remissão com tratamento finito: 1.ª escolha na LLC”.
Com uma apresentação focada no estado da arte da citometria no mieloma múltiplo, o Prof. Doutor Artur Paiva, do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC), destaca, na Reunião Anual da SPH, a importância das células tumorais circulantes “quer na estratificação do risco em smoldering myeloma, quer, ainda, no diagnóstico do mieloma”, perante doentes com “uma excelente sobrevida, livre de progressão”. Assista à entrevista na integra.
A Prof.ª Doutora Maria Gomes da Silva e o Prof. Doutor António Almeida encabeçam a Comissão Organizadora e Científica da Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Hematologia (SPH) 2022, que este ano decorre presencialmente no Centro de Congressos de Tróia, de 10 a 12 de novembro. Numa antevisão do que será a Reunião Anual da SPH 2022, a Prof.ª Doutora Maria Gomes da Silva também vice-presidente da SPH e diretora do Serviço de Hematologia do IPO de Lisboa caracteriza com três adjetivos o programa científico deste evento: “diversificado, abrangente e de qualidade”.
Texto: Andreia Pereira
O Prof. Doutor Bruno Paiva, investigador na Clínica Universidade de Navarra, esteve presente na reunião organizada pela Sanofi, na La Distillerie, em Lisboa, tendo sido palestrante na sessão “MRD (doença residual mínima) no mieloma múltiplo (MM): o CR (resposta completa) é realmente importante?”. Em entrevista, partilhou os aspetos principais da sessão, mencionando as respostas dos doentes com mieloma múltiplo concedidas pelos novos tratamentos e que há uns anos eram “impensáveis”, relatando ainda a relevância destes encontros e troca de informação entre especialistas da área hematológica. Veja o seu testemunho.
Participado, informal, com espaço para discussão, e com adesão por parte da audiência, é assim que o Dr. João Gaião dos Santos, da comissão organizadora do evento, mostra a satisfação pelo evento Encontro de Jovens Hematologistas, realizado a 14 e 15 de outubro no hotel Solverde, em Espinho. Assista à entrevista na integra.



