Entrevistas
A Abbvie realizou uma nova edição do evento “Together in Hematology”, no Porto. A hematologista Daniela Alves, da ULS Santa Maria, participou na sessão dedicada a transformar o tratamento em doentes com leucemia linfocítica crónica. Assista ao vídeo.
O evento organizado pela Abbvie, “Together in Hematology” contou com a participação da hematologista Wendy Osborne, do Freeman Hospital New Castle, na sessão dedicada à inovação no tratamento dos doentes com linfomas de Não-Hodgkin, onde partilhou a realidade no Reino Unido. Assista ao vídeo.
“As terapêuticas sistémicas são fundamentais tanto no estadio precoce, em segunda ou mais linhas como nos estadios avançados em primeira linha”, refere Ana Luísa Martins, especialista em Hematologia no Hospital Santo António dos Capuchos, a propósito da Reunião Multiplicar, sublinhando o seu papel no controlo da doença e na indução de resposta clínica antes do transplante.
Foram estas as palavras de Maria Sanches, do Serviço de Dermatologia da Fundação Champalimaud, durante a Reunião Multiplicar, realizada a 15 de maio, onde foi sublinhada a importância do diagnóstico precoce e da colaboração entre especialidades no tratamento dos linfomas cutâneos primários de células T. Para a especialista, a raridade e complexidade destas doenças exige atenção redobrada. “Os linfomas cutâneos primários de células T são doenças raras e, muitas vezes, o diagnóstico é muito complexo”, aponta. Veja o depoimento completo.
O doente como centro do desenvolvimento e investigação é a base da BeOne Medicines, que, como indústria farmacêutica, se concentra “no desenvolvimento de uma vasta gama de produtos”, com o propósito de curar o maior número de neoplasias. Em entrevista Victoria Gonzalez, Global Clinical Operation Country Head da BeOne Medicines para Portugal e Espanha, explicou-nos o forte investimento no desenvolvimento farmacológico e validação clínica com o “Patients First” como lema da BeOne.
A hematologista na ULS de Gaia/Espinho, Sofia Ramalheira, participou na 33.ª Sabatina de Hematologia com o tema “Mitos e Verdades na Anemia Sideropénica”. Focada em apresentar dicas práticas que permitam a adesão terapêutica dos doentes à toma de ferro, a especialista reforça que é importante "investigar a causa que está por trás desta condição e, por isso, não basta suplementar”. Assista à entrevista.
Catarina Geraldes, presidente da 33.ª Sabatina de Hematologia, faz um balanço muito positivo desta edição do evento que, este ano, está subordinado ao tema “A Hematologia e a Medicina Geral e Familiar”. “Tivemos uma reunião muito participada, com muitos momentos de discussão e isso, para nós, é muito recompensador, porque significa que, de facto, as apresentações geraram interesse e responderam àquilo que foi o nosso objetivo, que é precisamente estreitar laços, partilhar conhecimentos e experiências e desencadear momentos de interação entre a Hematologia e os Cuidados de Saúde Primários”. Assista à entrevista.
O especialista em Hematologia na ULS Coimbra, João Gomes, trouxe uma abordagem às “Alterações Hematológicas e Sinais de Alerta”, em particular, na gravidez, à 33.ª Sabatina em Hematologia. “A necessidade de avaliarmos o estado nutricional das grávidas no primeiro trimestre ou, idealmente, até na pré-conceção, passa por fazermos um doseamento de ferritina e da vitamina B12, e não apenas através do hemograma ou oferecer o estudo de hemoglobina a todas as mulheres que pretendam engravidar”, reflete. Assista à entrevista.
Na qualidade de coordenadora do Curso de Hematologia Molecular – Discussão de Casos Clínicos, Teresa Fidalgo, manifesta o sentimento de “missão cumprida”, num balanço “muito positivo”, os três dias de uma partilha intensa e prática de casos clínicos. “A área laboratorial nunca pode ser estanque, tem de estar sempre a evoluir e a atualizar o mundo da ciência”, reflete. Assista à entrevista.
Com a apresentação do tema “Alterações Leucocitárias no Idoso – sinais de Alerta”, durante a 33.ª Sabatina de Hematologia, Marta Pereira, hematologista na ULS de Coimbra, procurou desmistificar o facto de ser comum o idoso apresentar alterações das contagens leucocitárias. “Os idosos com alterações leucocitárias têm reações a infeções e a outras neoplasias. A desnutrição é um dos dados na história clínica que nos devem fazer pensar nas causas subjacentes”, reflete. Assista à entrevista.



